Acesse aqui também para conhecer novos projetos: http://my.opera.com/jpgaruda/blog/
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A Diretoria de Ensino Região de Marília, em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, promoveu no ultimo mês de junho, em comemoração ao mês do Meio Ambiente, um concurso de redação cujo tema foi: “Coleta Seletiva: Transforme Nossa Gente e Proteja o Meio Ambiente”.
O concurso teve como objetivo conscientizar e levar os alunos a uma ampla reflexão, sobre a importância do desenvolvimento sustentável. O intuito é fazer que, com essa reflexão, os alunos possam implantar em seu cotidiano ações de coleta seletiva, consumo consciente, contribuindo assim para a preservação do meio ambiente e consequentemente a melhoria da qualidade de vida, entre outros.
A Equipe de Educação Ambiental da Diretoria de Ensino considera importante esse tipo de trabalho, já que o Meio Ambiente perpassa por todas as disciplinas do Currículo, e a redação contribui para o desenvolvimento das competências leitora e escritora – um dos focos do Currículo Oficial do Estado de São Paulo.
As redações classificadas pela comissão da Secretaria Municipal do Meio Ambiente ficarão expostas no Bosque Municipal de Marília para visitação.
Momento de comemoração em que a aluna Márcia (CEEJA) recebe a homenagem!
Fonte: http://demarilia.edunet.sp.gov.br/
O CEEJA/Marília também agradece a participação dos alunos e professores empenhados nos projetos escolares para o desenvolvimento de nossa educação!
Ressaltamos ainda a importância de iniciativas como esta da Secretaria do Meio Ambiente. Esperamos que mais projetos voltados para o “verde” sejam, de fato, colocados em prática para a melhoria de nossa qualidade de vida e sustentabilidade de nosso planeta.
CEEJA Profa. Sebastiana Ulian Pessine
Marília-SP
Mais fotos em: https://picasaweb.google.com/109889902471145644080/PremiacaoConcursoDeRedacaoNoite#

Da Redação do Todos Pela Educação
O professor não é um grande ator apenas na sala de aula: em filmes e documentários, a profissão assume papel de destaque. O Todos Pela Educação selecionou 12 obras que
contam histórias de docentes dedicados, discutem a importância do magistério e falam do complexo processo do ensino-aprendizagem.
Confira os filmes abaixo e, se você conhecer outros bons exemplos da Educação no cinema, deixe seu comentário aqui.
As Melhores Coisas do Mundo
Um adolescente de 15 anos, cujo apelido é “Mano”, precisa aprender a lidar com o bullying e com as reações de colegas, no momento em que seus pais estão se separando. O local principal da trama é a escola, palco para debates sobre a iniciação sexual, o amor entre aluna e professor, a democracia no ambiente do ensino, entre outros. A obra pretende retratar os dilemas dos jovens na perspectiva deles.
Ficha técnica
Direção: Laís Bodanzky
Duração: 107 min
Ano: 2010
País: Brasil
Entre os Muros da Escola
Baseado em livro homônimo, o filme mostra as experiências do professor de literatura François Marin em uma escola de Ensino Médio, localizada na periferia de Paris. O docente tenta estimular os estudantes, mesmo tendo que lidar com o descaso dos alunos. A obra foi indicada ao Oscar 2009 de Melhor Filme Estrangeiro e ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2008.
Ficha técnica
Direção: Laurent Cantet
Duração: 128 min
Ano: 2007
País: França
Escritores da Liberdade
Uma professora tenta combater um sistema deficiente e fazer com que a sala de aula faça a diferença na vida de seus alunos, criados em meio à violência e à agressividade. Por meio de diários, os adolescentes escrevem suas histórias e têm a chance de ter uma voz própria. O longa foi inspirado em eventos reais, relatados pela professora Erin Gruwell e seus alunos no livro “O Diário dos Escritores da Liberdade”.
Ficha técnica
Direção: Richard LaGravenese
Duração: 123 min
Ano: 2007
País: Estados Unidos
Pro Dia Nascer Feliz
O documentário mostra as situações que o adolescente brasileiro enfrenta nas escolas, envolvendo casos de preconceito, violência e também de esperança. São apresentados jovens de três estados do País, de classes sociais diferentes, que falam de suas vidas na escola e contam seus projetos, sonhos e inquietações.
Ficha técnica
Direção: João Jardim
Duração: 88 min
Ano: 2006
País: Brasil
O Sorriso de Mona Lisa
O filme conta a história de uma recém-graduada professora, interpretada por Julia Roberts, que consegue emprego em um tradicional colégio feminino para lecionar história da arte. Incomodada com o conservadorismo do colégio, que educa as melhores e mais brilhantes jovens mulheres do Estados Unidos para serem esposas cultas e respeitáveis mães, ela decide lutar contra as normas e inspirar suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.
Ficha técnica
Direção: Mike Newell
Duração: 117 min
Ano: 2003
País: Estados Unidos
O Clube do Imperador
William Hundert é professor de uma escola preparatória para rapazes que recebe como alunos a nata da sociedade americana. Lá, Hundert dá lições de moral, por meio do estudo de filósofos gregos e romanos. Com a chegada do rebelde filho de um senador, que questiona a importância das aulas de Hundert, o professor vê sua rotina perturbada. Apesar da rebeldia, o docente tenta aprender a lidar com o estudante.
Ficha técnica
Direção: Michael Hoffman
Duração: 109 min
Ano: 2002
País: Estados Unidos
Nenhum a Menos
Quando o professor da escola primária de um pequeno vilarejo tem que se ausentar durante um mês, a única opção para substituí-lo é uma menina de 13 anos. Antes de partir, ele recomenda à garota que não deixe nenhum aluno abandonar a escola durante sua ausência. Pouco mais velha do que seus alunos, ela sente dificuldades para dar aula e manter os estudantes na escola. Um deles foge em busca de trabalho para ajudar no sustento da família, e a jovem professora decide ir atrás para trazê-lo de volta.
Ficha técnica
Direção: Yimou Zhang
Duração: 106 min
Ano: 1999
País: China
Mr. Holland: Adorável Professor
Para ter mais dinheiro e poder se dedicar a compor uma sinfonia, um músico decide começar a dar aulas. Ele é obrigado a encarar o desinteresse dos alunos pela música, e as coisas se complicam quando sua esposa dá à luz uma criança surda. Para conseguir pagar os estudos e o tratamento médico do filho, o professor se envolve cada vez mais com a escola e acaba deixando de lado seu sonho de se tornar um grande compositor.
Ficha técnica
Direção: Stephen Herek
Duração: 140 min
Ano: 1995
País: Estados Unidos
Madadayo
Trata-se da história de um professor universitário que se aposenta depois de 30 anos lecionando. Tendo conquistado o respeito e a admiração de seus alunos com seu humor e carisma, ele recebe uma homenagem todos os anos. Sempre na data de aniversário do professor, os ex-alunos se reúnem e perguntam ao mestre “Mada kai?” (“Pronto?”), ao que ele responde com “Madadayo!” (“Ainda não!”), demonstrando o desejo de que o mestre seja eterno.
Ficha técnica
Direção: Akira Kurosawa
Duração: 134 min
Ano: 1993
País: Japão
Meu Mestre, Minha Vida
O professor Joe Clark é convidado a assumir o cargo de diretor em uma escola de Nova Jersey, marcada por casos de disputas entre gangues e tráfico de drogas. Autoritário, o docente decide fazer uma verdadeira revolução no colégio, que é considerado um “caldeirão de violência”. Com seu método nada ortodoxo, ganha alguns admiradores, mas também muitos inimigos.
Ficha técnica
Direção: John G. Avildsen
Duração: 104 min
Ano: 1989
País: Estados Unidos
A Sociedade dos Poetas Mortos
Em 1959, o novo professor de literatura de uma escola preparatória tradicional (interpretado por Robin Williams) entra em choque com a rígida direção do colégio por causa de seus métodos pouco comuns, que estimulam os alunos a pensarem por si mesmos e a perseguirem suas paixões individuais. O filme foi vencedor do prêmio de Melhor Roteiro Original no Oscar 1990.
Ficha técnica
Direção: Peter Weir
Duração: 128 min
Ano: 1989
País: Estados Unidos
Ao Mestre com Carinho
Mark Thackeray é um engenheiro desempregado que decide dar aulas no bairro operário de East End, em Londres. O novo professor tem que enfrentar uma turma cheia de alunos desinteressados e indisciplinados, que fazem de tudo para que ele desista de sua missão de ensinar. Mesmo assim, o professor consegue resultados importantes. Ao receber um convite para voltar para a engenharia, Mark tem de decidir se continua ou não no magistério.
Ficha técnica
Direção: James Clavell
Duração: 105 min
Ano: 1967
País: Inglaterra
Fonte: Todos pela Educação - http://www.todospelaeducacao.org.br
Horta de fundo de quintal

Já faz umas boas semanas que não compro hortaliças no mercado. Graças a algumas horinhas de trabalho na horta de casa, preparar a salada para as refeições agora envolve colher folhas fresquinhas e orgânicas a poucos metros da cozinha. Um luxo, aliás, ao alcance de muitos de nós – desde que se tenha um pouco de vontade e tempo para cuidar.
Aqui na casa da cidade, na fronteira com a zona rural de Piracaia, SP, somos quase uma pequena ecovila urbana. Enquanto minha casa na Ecovila Clareando vai, aos poucos, ficando pronta, vivo a experiência de compartilhar espaços e momentos com um casal de amigos e sua filhinha de apenas quatro meses. No mesmo terreno, temos duas casas, duas cachorras e… uma horta comunitária.
Os maridos, sorte nossa, têm dedo verde. Preparam a terra, semeiam, regam. As mulheres da casa ajudam sempre que podem, mas, em geral, ficam com a tarefa de colher as folhas, lavá-las e preparar uma salada bem bonita para enfeitar a mesa e saciar o corpo e o espírito.
Não sei se você já teve a oportunidade de coletar verduras direto da horta para comer minutos depois. É incrível a sensação de alimento vivo, fresco, saudável. Sem falar no prazer de ver o quanto as coisas simples podem ser tão gostosas, cheias de sentido. Sinto-me imensamente grata quando vou à horta buscar umas folhas de alface, couve, rúcula (foto), espinafre e manjericão, mais um punhado de rabanetes e nabos. Em segundos, tenho nas mãos um buquê de verdes intensos, brilhantes, deliciosos. Basta lavá-los e acrescentar um fio de azeite e um pouquinho de limão para que o almoço seja motivo de festa.
Nossa horta está conectada com vários elementos da casa, o que fortalece suas qualidades holísticas e de permacultura. Os resíduos orgânicos da cozinha são levados para a composteira, que fica num cantinho da horta, com uma torneirinha na parte inferior, que serve para extrair o chorume, um poderoso fertilizante que pode ser usado ali mesmo, bastando diluí-lo em muita água. O composto, depois de pronto, tem destino certo, é claro.
Por conta da composteira, o volume de lixo que é destinado à coleta da prefeitura émuito reduzido. Para você ter uma ideia, como separamos os recicláveis, costumo colocar um saquinho de lixo a cada 15 dias na porta de casa. E nada mais.
Outro elo da nossa horta está na lavanderia da casa dos amigos-vizinhos, com bebê em fase de fraldas ecológicas, que precisam ser lavadas quase que diariamente. Para economizar água, eles montaram um sistema simples que reaproveita a água do último enxágue da máquina de lavar roupas (na qual só entra sabão de coco) para irrigar a horta, por meio de mangueiras de jardim com pequenos furos que direcionam a água para a terra.
Uma pequena farmácia natural também tem lugar na horta. Anteontem mesmo colhi umas folhinhas de alfavaca-cheiro-de-anis (também conhecida como atroveran) para fazer um chá e aliviar a cólica menstrual. Ainda temos hortelã para relaxar à noite, manjericão para temperar, alfazema para ajudar a combater tosses e alergias respiratórias, alecrim para revigorar, para preparar banhos aromáticos, para dar um sabor especial aos alimentos…
Nossa horta ainda atrai passarinhos que vêm se alimentar de pequenos insetos. O joão-de-barro e o bem-te-vi adoram nos visitar. Em retribuição, preparamos um comedouro com restos de frutas que fazem um pit stop antes de irem para a composteira…
Enfim, uma horta no fundo do quintal é uma experiência incrível para quem quer começar um caminho sincero de reconexão com a natureza. Mexer com a terra, prestar atenção naquilo que comemos, no lixo que geramos e nos efeitos que esse pequeno espaço provoca no nosso entorno dá uma ideia do quanto podemos fazer para melhorar nossas vidas nas cidades.
Até as fases da lua chamam mais nossa atenção porque interferem diretamente no desenvolvimento das plantas. Da mesma forma, ficamos mais atentos aos ventos fortes, às chuvas e ao sol ou frio intensos, que também alteram nossos alimentos caseiros.
Não é preciso ter muito espaço nem querer ter autonomia plena logo nos primeiros meses. Comece pelo começo, devagar, testando suas possibilidades e conhecimentos. Em poucos metros, que podem até ser verticais (em muros ou paredes), é possível cultivar mais do que costumamos ingerir de hortaliças e verduras. Se bem que com tantos sabores, outro efeito que se costuma ter com hortas caseiras é o de aumentar o consumo de saladas nas refeições. Nada mal, não? Criar ciclos virtuosos é o grande dom das hortas, que nos ensinam sem dizer nada, sem pedir nada. E, no entanto, acredite: elas são capazes de nos fazer rejeitar natural e gradativamente tudo aquilo que não cabe mais nesse planeta. Experimente!
Sob olhar sociológico, historiográfico e filosófico, filme foi abordado multidisciplinarmente por professores e alunos do CEEJA Profa. Sebastiana Ulian Pessine.
O Projeto Cinema na Escola é desenvolvido no CEEJA e busca complementar e subsidiar o trabalho educativo do Centro Estadual de Jovens e Adultos. Tem como objetivo principal reinserir esses alunos no campo do conhecimento, resgatando sua cidadania, além de contextualizar o saber e o mundo do trabalho.

Sinopse
Retrata a história de sete crianças israelenses e palestinas em Jerusalém que, apesar de morarem no mesmo lugar vivem em mundos completamente distintos, separados por diferenças religiosas. Com idades entre 8 e 13 anos, raramente elas falam por si mesmas e estão isoladas pelo medo. Neste filme, suas histórias oferecem uma nova e emocionante perspectiva sobre o conflito no Oriente Médio.
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Trailler
Resenha do Jornal Folha de S. Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/reuters/ult112u10805.shtml
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E nesta terça o Café de Meia terá também:
- Continuação da oficina de Carimbos, com Letícia Flovieria (traga sua camiseta para estampar);
- Bazar Pratatah: Café Tipo Colonial – Torrefazione Bonini Pardo; CDs com gravações das playlists do Café de Meia; bolsas, camisetas e acessórios CriArte, por Junior Obata e Yasmin Alves; bolsas Jezebel, por Thaís Lopes; camisetas estampadas por Lídia Bardaonil; Revistas Café Espacial; além do Brechó Pratatah;
- café com comidas veganas e vegetarianas;
- e às 19 horas: ”Panos da Despedida” – Cia Express@ - ”Já não se trata mais de lembrar! Agora, é não esquecer. Numa plataforma de espera as palavras não ditas valem pelo esforço da memória em encontrar um caminho de regresso e tentativas”. Duração: 20 minutos. Bilheteria: PAGUE QUANTO PUDER.
Realização: Coletiva Pratatah. Apoio: Café Tipo Colonial – Torrefazione Bonini Pardo, Revista Café Espacial, Cão Pererê.
Fonte: Café Espacial- http://cafeespacial.wordpress.com/

Descrição: 60 páginas, formato 14×21cm, capa colorida e miolo em preto e branco em papel reciclado.
Valor: R$ 6,00 + R$ 2,00 para despesas postais.
Como ou onde comprar? Clique aqui.
Fonte: Associação Café Espacial - http://cafeespacial.wordpress.com/
Cássia Tosin, gerente de relacionamentos de agência do HSBC em Marília (SP), e João Bueno de Deus, da área de seguros, em Curitiba (PR), foram os vencedores do concurso de depoimentos “Eu sou mais o meio ambiente”, promovido pelo WWF-Brasil durante o mês de junho de 2008, em parceria com o Instituto HSBC de Solidariedade e o Grupo HSBC Brasil. 
Esta foi uma das ações internas, conduzidas entre os 28.000 colaboradores do Banco no país, para envolvê-los em atividades voltadas à conscientização e sensibilização sobre temas ambientais. Estas atividades fazem parte do planejamento do HSBC Climate Partnership, um programa mundial do Banco para a proteção ambiental e combate às mudanças climáticas.
Engajamento – Cássia e João Bueno foram premiados com um vôo no Balão Panda, do WWF-Brasil, na região de Boituva, em São Paulo, realizado no dia 19. O vôo sobre uma região agrícola durou 50 minutos.
Ambos são exemplos de funcionários do HSBC engajados na defesa do meio ambiente, seja em suas casas, seja no ambiente de trabalho. Cássia, por exemplo, formada em Administração com pós-graduação em Gestão Empresarial, liderou um programa de gincana ambiental em sua agência, e implantou a coleta seletiva de lixo no ambiente de trabalho. “Os colegas trazem o lixo já separado de casa e nós damos um destino a ele”, explica, acrescentando que sua família, “muito grande”, também já aderiu à coleta seletiva.

Cássia e João, exemplos de consciência ambiental do HSBC.
A administradora conta que, ao iniciar sua contribuição para a consciência ambiental no HSBC ficou um pouco assustada. “Aplicamos um questionário sobre a questão das mudanças climáticas e percebemos que 90% tinham ouvido falar mas não tinham a menor idéia do que se tratava”, conta ela. Hoje, ela avalia que os colegas de agência estão muito bem informados a respeito. Cássia espera continuar o trabalho com a reciclagem e pretende engajar-se em algum movimento comunitário pelo meio ambiente em seu município.
O também administrador João Almir Bueno de Deus, de 37 anos, tem em sua própria rua o foco de suas ações em prol do meio ambiente. Curitiba não tem serviço de coleta seletiva de lixo, mas a prefeitura incentiva a coleta oferecendo mudas de flores a quem entregar o lixo selecionado.
João Almir pensou, então, que poderia incentivar os moradores a separar o lixo e ele mesmo o leva à prefeitura, todas as quintas-feiras. “Eu entrego o lixo, concentrado em minha casa, e trago para a rua as mudas de flores, que ajudo, também, a plantar na casa dos moradores e na minha igreja, que também participa do esforço”, resume.

Cássia Cosin: conscientização e coleta seletiva na agência do HSBC em Marília, SP.
A exemplo de Cássia, João Almir já pensa em participar de movimentos em defesa do meio ambiente. “Até agora, trata-se de uma iniciativa individual, minha. Agora, eu quero partir para uma experiência coletiva, para me envolver um pouco mais com o tema. Acho que, mais que falar, temos que por a mão na massa”, disse.
Antes do sobrevôo, ambos tiveram a oportunidade de conhecer melhor os programas conduzidos pelo WWF-Brasil com vistas a harmonizar o desenvolvimento econômico com a proteção aos ecossistemas. Além disto, os vencedores tiveram a oportunidade de submeter-se ao teste da Pegada Ecológica, um instrumento disponibilizado pela ONG para que as pessoas tenham noção das marcas que seu estilo de vida deixa sobre o Planeta (www.wwf.org.br/pegadaecologica).
Fonte: WWF Brasil - www.wwf.org.br
O Projeto Escola de Sacis apoia essa ideia!
Por Célia Ribeiro
O menino estudioso, que sempre teve intimidade com a matemática, chegou às portas da faculdade de engenharia. Quis o destino que sua trajetória profissional guinasse para o lado das Ciências Humanas. No entanto, o talento de pesquisador prevaleceu levando-o a estudar as energias alternativas que culminaram com o desenvolvimento de um aquecedor solar artesanal, há cerca de 10 anos.
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| Antônio e as fotos das oficinas |
Essa história começa no fim dos anos 70. Antônio Corrêa Carlos Filho, hoje aposentado, sonhava ser engenheiro. Mas, foi reprovado na primeira fase do vestibular da conceituada Faculdade Politécnica, por apenas um ponto. Decidiu, então, partir para uma carreira que parecia promissora, com muito futuro nos países desenvolvidos, nas palavras de um amigo conselheiro: a biblioteconomia.
Em 1.976, o jovem Antônio Corrêa ingressou na UNESP – campus de Marília. Ao invés de remoer a frustração por ter chegado tão perto do seu sonho, aproveitou a oportunidade que a vida lhe oferecia. Passou num concurso público e, no segundo ano do curso, começou a trabalhar na biblioteca da universidade onde os livros lhe abririam os horizontes.
“Eu tinha muita curiosidade sobre as energias alternativas. Naquele tempo começava a se discutir isso. Então, sempre que eu encontrava algum material interessante na biblioteca eu tirava xerox e guardava numa pasta”, contou. Havia tanto material que, ao se formar, o jovem conseguiu reunir mais de 80 artigos de alto nível.
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| O passo a passo na oficina |
Com o diploma na mão, e a curiosidade em ebulição, o estudioso prestou novo concurso e desta vez chegou mais perto do seu objeto de desejo: a biblioteca do Instituto de Energia Nuclear, no campus da USP (Universidade de São Paulo), bem ao lado do prédio da Física: “Daí foi uma festa”, recordou sorrindo.
Foi um período muito rico, de descobertas, em que as ideias ficaram latentes com a certeza que no futuro poderia colocar em prática alguns experimentos. E foi o que aconteceu. De volta a Marília, aposentado, casado e com quatro filhos, foi trabalhar na região de Ourinhos na empresa de energia Duke Energy. Como sempre, aproveitou a oportunidade para continuar estudando.
Antônio trabalhava na organização da documentação da companhia de geração de energia elétrica onde encontrou um sem número de documentos e informações a respeito de energias alternativas. Foram três anos muito produtivos e fascinantes para quem mantinha acesa a chama da curiosidade dos jovens.
TRABALHO VOLUNTÁRIO
Definitivamente aposentado, Antônio Correa começou a se dedicar à fotografia. Entrou para o Foto Clube de Marília onde a também bibliotecária Wilza Matos lhe falou sobre uma biblioteca que precisava de um voluntário para organizar seus arquivos. Não pensou duas vezes e lá encontrou as condições para começar a colocar em prática suas ideias.
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| Estudantes no laboratório da USP |
O Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA) “Professora Sebastiana Ulian Pessini”, foi retratado, na edição de 27 de março, do Correio Mariliense, como exemplo de Escola Verde. Foi nesta escola que, além de organizar a biblioteca, Antônio Correa ajudou na implantação dos conceitos de sustentabilidade da instituição de ensino.
“A diretora gostava de energias alternativas. Então fizemos o sistema de captação de água da chuva e a instalação da cisterna. Ela também queria um moinho de vento. Mas, expliquei que à noite faria muito barulho e incomodaria os vizinhos. Usar a energia eólica na cidade é complicado”, relembrou.
O PRIMEIRO EXPERIMENTO
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| Garrafas PET e placas de latas usadas são materiais reaproveitados |
Um problema de saúde, entretanto, afastou-o do trabalho voluntário. Mas, o desejo de fazer algo com a sua marca não adoeceu. Assim, há cerca de 10 anos construiu seu primeiro modelo de aquecedor solar artesanal. Usando garrafas PET, chapa de metal de latas de tinta de 18 litros e tubos de PVC, ele conseguiu um equipamento de baixo custo que vem sendo usado em várias partes do mundo.
A explicação é simples: disposto a compartilhar sua experiência, além de ministrar oficinas para construção de aquecedores solares artesanais para ONGs e associações de moradores, ele conseguiu disponibilizar seu manual no site da “Sociedade do Sol”, uma organização vinculada à USP (Universidade de São Paulo). Assim, de tempos em tempos ele recebe e-mails de vários países narrando o funcionamento do protótipo.
E por falar em USP, Antônio Correa chegou a ministrar oficina para alunos da universidade, em São Paulo, dividindo com os jovens alunos a sua curiosidade e a vontade de descobrir maneiras de usar a energia limpa, sem prejudicar o meio ambiente e de forma econômica.
O primeiro aquecedor solar que construiu, há cerca de 09 anos, ainda está em pleno funcionamento, na residência de sua mãe. Outro aquecedor, que Antônio instalou na sua própria residência hoje está com um irmão, também em Marília.
O sistema consiste na instalação de chapas de metal pintadas de preto e sobre elas a tubulação no interior das garrafas PET. O conjunto é colocado no telhado para captar o sol e armazenar calor. O sol penetra e forma uma estufa gerando o calor que é transferido para a água dos tubos. Em pouco tempo a temperatura chega a 60 graus e pode ser mantida em caixas de isopor preparadas com isolamento interno.
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| Detalhe da instalação |
Existem vários tipos de aquecedores artesanais. A vantagem deste é que podemos aproveitar materiais recicláveis, como as latas de tinta vazias e as garrafas PET”, disse, assinalando que o manual é bem didático e dispensa monitores para a construção de uma unidade. Os interessados podem acessar na internet a página da Sociedade do Sol e baixar o Manual.
No entanto, Antônio ressalva que é preciso seguir corretamente as orientações, principalmente, quanto ao sistema de escape do vapor de água, conhecido como “ladrão”: “Outro dia recebi um e-mail da África, em que uma pessoa reclamava que apodreceu a madeira do telhado por causa da saída do vapor”, disse, sorrindo, antes de explicar: “As construções lá são bem simples, usam sapé na cobertura. Imagine vapor de água saindo pelo telhado sem o escape?”.
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| Água aquecendo |
Sem visar qualquer benefício econômico, o que o bibliotecário aposentado quer é aplicar o que acumulou de conhecimento sobre energias alternativas para ajudar a melhorar a vida das pessoas e, evidentemente, contribuir com a preservação ambiental. Seu e-mail é:carlosfac@ibest.com.br
Fonte: Blog Marília Sustentável, de Célia Ribeiro -http://www.mariliasustentavel.blogspot.com/
O governo federal brasileiro decidiu disponibilizar 30 mil bicicletas aos estudantes das escolas públicas de 81 municípios do país, tendo como objectivo facilitar as suas deslocações casa-escola-casa. No entanto, a meta, segundo a presidente Dilma Rousseff, é chegar a 100 mil jovens de 300 cidades até o final de 2011.
De acordo com o site brasileiro Terra, a iniciativa insere-se no projecto “Caminho da Escola” – lançado em 2007 -, que visa assegurar o transporte das crianças em idade escolar que residem a uma maior distância da escola ou apresentam dificuldade na deslocação devido aos acessos.

O anúncio foi feito pela Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, que revelou que o “projecto O Caminho da Escola ainda está em fase de testes e que as bicicletas virão com capacetes para todos os jovens, de forma a garantir a sua segurança”.
Segundo o Ministério da Educação brasileiro, “um número considerável de brasileiros percorre a pé distâncias de dois a 12 quilómetros para chegar à escola ou a um meio de transporte que os leve até lá”.
Neste sentido, o programa de distribuição de bicicletas pretende assegurar que as crianças que moram em pequenas cidades possam ir até à escola.
“Tendo em conta este cenário, considerámos que a bicicleta seria a melhor solução. É um meio de transporte que não polui e ainda permite a prática de uma actividade física. Ir para a escola de bicicleta é saudável”, explicou Dilma, acrescentando ainda que as bicicletas poderão circular nas pequenas cidades, nomeadamente nas zonas onde não há muito trânsito.
De salientar ainda que, apesar de inicialmente serem distribuídas 30 mil bicicletas, o objectivo é disponibilizar cem mil bicicletas e capacetes em três centenas de cidades até ao final de 2011.
Fonte: Blog Bicicleta - http://memoria802.blogspot.com/
As cidades são peças fundamentais no combate às mudanças climáticas. De acordo com dados da C40, a cúpula internacional de prefeitos que se reuniu entre os dias 1º e 2 de junho em São Paulo, elas abrigam mais da metade da população mundial e juntas contabilizam mais de 80% das emissões de gases de efeito estufa.
Mas medidas simples têm mostrado bons resultados para o meio ambiente e de quebra, melhorado a qualidade de vida da população. Em comum, elas exigiram bom planejamento, investimento e mobilização do poder público e da população.
Veja no infográfico como algumas cidades conseguiram formular boas práticas referentes ao gerenciamento de lixo, consumo de energia, transporte público, habitação, saneamento e água: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/a+cidade+ideal/n1596992720457.html
Fonte: www.ultimosegundo.ig.com.br