Arte e Educação para a Transformação Social – Prof. Mr. João Paulo de Souza – Marília/2010

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Projetos desenvolvidos no CEEJA

Acesse aqui também para conhecer novos projetos: http://my.opera.com/jpgaruda/blog/

 

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Aluna do CEEJA/Marília é homenageada em Concurso Municipal de Redação sobre o Meio Ambiente

A Diretoria de Ensino Região de Marília, em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, promoveu no ultimo mês de junho, em comemoração ao mês do Meio Ambiente, um concurso de redação cujo tema foi: “Coleta Seletiva: Transforme Nossa Gente e Proteja o Meio Ambiente”.

A aluna Márcia de Miranda dos Reis dissertou sobre a importância da reciclagem.

A aluna Márcia de Miranda dos Reis, do CEEJA, dissertou sobre a importância da reciclagem.

O concurso teve como objetivo conscientizar e levar os alunos a uma ampla reflexão, sobre a importância do desenvolvimento sustentável. O intuito é fazer que, com essa reflexão, os alunos  possam implantar em seu cotidiano ações de coleta seletiva, consumo consciente, contribuindo assim para a preservação do meio ambiente e consequentemente a melhoria da qualidade de  vida, entre outros.

A Equipe de Educação Ambiental da Diretoria de Ensino considera importante esse tipo de trabalho, já que o Meio Ambiente perpassa por todas as disciplinas do Currículo, e a redação contribui para o desenvolvimento das competências leitora e escritora – um dos focos do Currículo Oficial do Estado de São Paulo.

As redações classificadas pela comissão da Secretaria Municipal do Meio Ambiente ficarão expostas no Bosque Municipal de Marília para visitação.

Momento em que a aluna Márcia recebe a premiação

Momento de comemoração em que a aluna Márcia (CEEJA) recebe a homenagem!

Fonte: http://demarilia.edunet.sp.gov.br/

O CEEJA/Marília também agradece a participação dos alunos e professores empenhados nos projetos escolares para o desenvolvimento de nossa educação!

Ressaltamos ainda a importância de iniciativas como esta da Secretaria do Meio Ambiente. Esperamos que mais projetos voltados para o “verde” sejam, de fato, colocados em prática para a melhoria de nossa qualidade de vida e sustentabilidade de nosso planeta.

CEEJA Profa. Sebastiana Ulian Pessine

Marília-SP

Mais fotos em: https://picasaweb.google.com/109889902471145644080/PremiacaoConcursoDeRedacaoNoite#

Papel Principal: Conheça 12 filmes em que a Educação é protagonista

De ficção a documentários, as obras retratam diferentes realidades escolares

Papel principal: Conheça 12 filmes em que a Educação é protagonista
Arte TPE/Reprodução
Carolina Vilaverde

Da Redação do Todos Pela Educação

O professor não é um grande ator apenas na sala de aula: em filmes e documentários, a profissão assume papel de destaque. O Todos Pela Educação selecionou 12 obras que

contam histórias de docentes dedicados, discutem a importância do magistério e falam do complexo processo do ensino-aprendizagem.

Confira os filmes abaixo e, se você conhecer outros bons exemplos da Educação no cinema, deixe seu comentário aqui.

 

As Melhores Coisas do Mundo

Um adolescente de 15 anos, cujo apelido é “Mano”, precisa aprender a lidar com o bullying e com as reações de colegas, no momento em que seus pais estão se separando. O local principal da trama é a escola, palco para debates sobre a iniciação sexual, o amor entre aluna e professor, a democracia no ambiente do ensino, entre outros. A obra pretende retratar os dilemas dos jovens na perspectiva deles.

Ficha técnica
Direção: Laís Bodanzky
Duração: 107 min
Ano: 2010
País: Brasil

 

Entre os Muros da Escola

Baseado em livro homônimo, o filme mostra as experiências do professor de literatura François Marin em uma escola de Ensino Médio, localizada na periferia de Paris. O docente tenta estimular os estudantes, mesmo tendo que lidar com o descaso dos alunos. A obra foi indicada ao Oscar 2009 de Melhor Filme Estrangeiro e ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2008.

Ficha técnica
Direção: Laurent Cantet
Duração: 128 min
Ano: 2007
País: França

 

 

Escritores da Liberdade

Uma professora tenta combater um sistema deficiente e fazer com que a sala de aula faça a diferença na vida de seus alunos, criados em meio à violência e à agressividade. Por meio de diários, os adolescentes escrevem suas histórias e têm a chance de ter uma voz própria. O longa foi inspirado em eventos reais, relatados pela professora Erin Gruwell e seus alunos no livro “O Diário dos Escritores da Liberdade”.

Ficha técnica
Direção: Richard LaGravenese
Duração: 123 min
Ano: 2007
País: Estados Unidos

 

 

Pro Dia Nascer Feliz

O documentário mostra as situações que o adolescente brasileiro enfrenta nas escolas, envolvendo casos de preconceito, violência e também de esperança. São apresentados jovens de três estados do País, de classes sociais diferentes, que falam de suas vidas na escola e contam seus projetos, sonhos e inquietações.

Ficha técnica
Direção: João Jardim
Duração: 88 min
Ano: 2006
País: Brasil

 

O Sorriso de Mona Lisa

O filme conta a história de uma recém-graduada professora, interpretada por Julia Roberts, que consegue emprego em um tradicional colégio feminino para lecionar história da arte. Incomodada com o conservadorismo do colégio, que educa as melhores e mais brilhantes jovens mulheres do Estados Unidos para serem esposas cultas e respeitáveis mães, ela decide lutar contra as normas e inspirar suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.

Ficha técnica
Direção: Mike Newell
Duração: 117 min
Ano: 2003
País: Estados Unidos

 

 

O Clube do Imperador

William Hundert é professor de uma escola preparatória para rapazes que recebe como alunos a nata da sociedade americana. Lá, Hundert dá lições de moral, por meio do estudo de filósofos gregos e romanos. Com a chegada do rebelde filho de um senador, que questiona a importância das aulas de Hundert, o professor vê sua rotina perturbada. Apesar da rebeldia, o docente tenta aprender a lidar com o estudante.

Ficha técnica
Direção: Michael Hoffman
Duração: 109 min
Ano: 2002
País: Estados Unidos

 

 

Nenhum a Menos

Quando o professor da escola primária de um pequeno vilarejo tem que se ausentar durante um mês, a única opção para substituí-lo é uma menina de 13 anos. Antes de partir, ele recomenda à garota que não deixe nenhum aluno abandonar a escola durante sua ausência. Pouco mais velha do que seus alunos, ela sente dificuldades para dar aula e manter os estudantes na escola. Um deles foge em busca de trabalho para ajudar no sustento da família, e a jovem professora decide ir atrás para trazê-lo de volta.

Ficha técnica
Direção: Yimou Zhang
Duração: 106 min
Ano: 1999
País: China

 

 

Mr. Holland: Adorável Professor

Para ter mais dinheiro e poder se dedicar a compor uma sinfonia, um músico decide começar a dar aulas. Ele é obrigado a encarar o desinteresse dos alunos pela música, e as coisas se complicam quando sua esposa dá à luz uma criança surda. Para conseguir pagar os estudos e o tratamento médico do filho, o professor se envolve cada vez mais com a escola e acaba deixando de lado seu sonho de se tornar um grande compositor.

Ficha técnica
Direção: Stephen Herek
Duração: 140 min
Ano: 1995
País: Estados Unidos

 

 

 

Madadayo

Trata-se da história de um professor universitário que se aposenta depois de 30 anos lecionando. Tendo conquistado o respeito e a admiração de seus alunos com seu humor e carisma, ele recebe uma homenagem todos os anos. Sempre na data de aniversário do professor, os ex-alunos se reúnem e perguntam ao mestre “Mada kai?” (“Pronto?”), ao que ele responde com “Madadayo!” (“Ainda não!”), demonstrando o desejo de que o mestre seja eterno.

Ficha técnica
Direção: Akira Kurosawa
Duração: 134 min
Ano: 1993
País: Japão

 

 

 

Meu Mestre, Minha Vida

O professor Joe Clark é convidado a assumir o cargo de diretor em uma escola de Nova Jersey, marcada por casos de disputas entre gangues e tráfico de drogas. Autoritário, o docente decide fazer uma verdadeira revolução no colégio, que é considerado um “caldeirão de violência”. Com seu método nada ortodoxo, ganha alguns admiradores, mas também muitos inimigos.

Ficha técnica
Direção: John G. Avildsen
Duração: 104 min
Ano: 1989
País: Estados Unidos

 

 

 

A Sociedade dos Poetas Mortos

Em 1959, o novo professor de literatura de uma escola preparatória tradicional (interpretado por Robin Williams) entra em choque com a rígida direção do colégio por causa de seus métodos pouco comuns, que estimulam os alunos a pensarem por si mesmos e a perseguirem suas paixões individuais. O filme foi vencedor do prêmio de Melhor Roteiro Original no Oscar 1990.

Ficha técnica
Direção: Peter Weir
Duração: 128 min
Ano: 1989
País: Estados Unidos

 

 

 

Ao Mestre com Carinho

Mark Thackeray é um engenheiro desempregado que decide dar aulas no bairro operário de East End, em Londres. O novo professor tem que enfrentar uma turma cheia de alunos desinteressados e indisciplinados, que fazem de tudo para que ele desista de sua missão de ensinar. Mesmo assim, o professor consegue resultados importantes. Ao receber um convite para voltar para a engenharia, Mark tem de decidir se continua ou não no magistério.

Ficha técnica
Direção: James Clavell
Duração: 105 min
Ano: 1967
País: Inglaterra

Fonte: Todos pela Educação –  http://www.todospelaeducacao.org.br

Planeta Sustentável: Horta de Fundo de Quintal

Horta de fundo de quintal


Já faz umas boas semanas que não compro hortaliças no mercado. Graças a algumas horinhas de trabalho na horta de casa, preparar a salada para as refeições agora envolve colher folhas fresquinhas e orgânicas a poucos metros da cozinha. Um luxo, aliás, ao alcance de muitos de nós – desde que se tenha um pouco de vontade e tempo para cuidar.

Aqui na casa da cidade, na fronteira com a zona rural de Piracaia, SP, somos quase uma pequena ecovila urbana. Enquanto minha casa na Ecovila Clareando vai, aos poucos, ficando pronta, vivo a experiência de compartilhar espaços e momentos com um casal de amigos e sua filhinha de apenas quatro meses. No mesmo terreno, temos duas casas, duas cachorras e… uma horta comunitária.

Os maridos, sorte nossa, têm dedo verde. Preparam a terra, semeiam, regam. As mulheres da casa ajudam sempre que podem, mas, em geral, ficam com a tarefa de colher as folhas, lavá-las e preparar uma salada bem bonita para enfeitar a mesa e saciar o corpo e o espírito.

Não sei se você já teve a oportunidade de coletar verduras direto da horta para comer minutos depois. É incrível a sensação de alimento vivo, fresco, saudável. Sem falar no prazer de ver o quanto as coisas simples podem ser tão gostosas, cheias de sentido. Sinto-me imensamente grata quando vou à horta buscar umas folhas de alface, couve, rúcula (foto), espinafre e manjericão, mais um punhado de rabanetes e nabos. Em segundos, tenho nas mãos um buquê de verdes intensos, brilhantes, deliciosos. Basta lavá-los e acrescentar um fio de azeite e um pouquinho de limão para que o almoço seja motivo de festa.

Nossa horta está conectada com vários elementos da casa, o que fortalece suas qualidades holísticas e de permacultura. Os resíduos orgânicos da cozinha são levados para a composteira, que fica num cantinho da horta, com uma torneirinha na parte inferior, que serve para extrair o chorume, um poderoso fertilizante que pode ser usado ali mesmo, bastando diluí-lo em muita água. O composto, depois de pronto, tem destino certo, é claro.

Por conta da composteira, o volume de lixo que é destinado à coleta da prefeitura émuito reduzido. Para você ter uma ideia, como separamos os recicláveis, costumo colocar um saquinho de lixo a cada 15 dias na porta de casa. E nada mais.

Outro elo da nossa horta está na lavanderia da casa dos amigos-vizinhos, com bebê em fase de fraldas ecológicas, que precisam ser lavadas quase que diariamente. Para economizar água, eles montaram um sistema simples que reaproveita a água do último enxágue da máquina de lavar roupas (na qual só entra sabão de coco) para irrigar a horta, por meio de mangueiras de jardim com pequenos furos que direcionam a água para a terra.

Uma pequena farmácia natural também tem lugar na horta. Anteontem mesmo colhi umas folhinhas de alfavaca-cheiro-de-anis (também conhecida como atroveran) para fazer um chá e aliviar a cólica menstrual. Ainda temos hortelã para relaxar à noite, manjericão para temperar, alfazema para ajudar a combater tosses e alergias respiratórias, alecrim para revigorar, para preparar banhos aromáticos, para dar um sabor especial aos alimentos…

Nossa horta ainda atrai passarinhos que vêm se alimentar de pequenos insetos. O joão-de-barro e o bem-te-vi adoram nos visitar. Em retribuição, preparamos um comedouro com restos de frutas que fazem um pit stop antes de irem para a composteira…

Enfim, uma horta no fundo do quintal é uma experiência incrível para quem quer começar um caminho sincero de reconexão com a natureza. Mexer com a terra, prestar atenção naquilo que comemos, no lixo que geramos e nos efeitos que esse pequeno espaço provoca no nosso entorno dá uma ideia do quanto podemos fazer para melhorar nossas vidas nas cidades.

Até as fases da lua chamam mais nossa atenção porque interferem diretamente no desenvolvimento das plantas. Da mesma forma, ficamos mais atentos aos ventos fortes, às chuvas e ao sol ou frio intensos, que também alteram nossos alimentos caseiros.

Não é preciso ter muito espaço nem querer ter autonomia plena logo nos primeiros meses. Comece pelo começo, devagar, testando suas possibilidades e conhecimentos. Em poucos metros, que podem até ser verticais (em muros ou paredes), é possível cultivar mais do que costumamos ingerir de hortaliças e verduras. Se bem que com tantos sabores, outro efeito que se costuma ter com hortas caseiras é o de aumentar o consumo de saladas nas refeições. Nada mal, não? Criar ciclos virtuosos é o grande dom das hortas, que nos ensinam sem dizer nada, sem pedir nada. E, no entanto, acredite: elas são capazes de nos fazer rejeitar natural e gradativamente tudo aquilo que não cabe mais nesse planeta. Experimente!

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/home/

Cinema na Escola: documentário produzido em Israel, Palestina e EUA é tema de debate no CEEJA/Marília!

Promessas de um mundo novo

Sob olhar sociológico, historiográfico e filosófico, filme foi abordado multidisciplinarmente por professores e alunos do CEEJA Profa. Sebastiana Ulian Pessine.

O Projeto Cinema na Escola é desenvolvido no CEEJA e busca complementar e subsidiar o trabalho educativo do Centro Estadual de Jovens e Adultos. Tem como objetivo principal reinserir esses alunos no campo do conhecimento, resgatando sua cidadania, além de contextualizar o saber e o mundo do trabalho.

Debate multidisciplinar na Escola de Jovens e Adultos de Marília!
Debate multidisciplinar na Escola de Jovens e Adultos de Marília!

Sinopse

Retrata a história de sete crianças israelenses e palestinas em Jerusalém que, apesar de morarem no mesmo lugar vivem em mundos completamente distintos, separados por diferenças religiosas. Com idades entre 8 e 13 anos, raramente elas falam por si mesmas e estão isoladas pelo medo. Neste filme, suas histórias oferecem uma nova e emocionante perspectiva sobre o conflito no Oriente Médio.

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Trailler

Resenha do Jornal Folha de S. Paulo

http://www1.folha.uol.com.br/folha/reuters/ult112u10805.shtml

Revista Café Espacial n. 9 é lançada em Marília-SP

Parceria mais do especial junto com o Projeto Escola de Sacis: em agosto teremos a oficina com o Prof. Jefferson/Café Espacial!

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Nesta terça, em Marília, Café com Café e mais Café…

Nesta terça-feira, dia 28, tem revista Café Espacial #09 no evento semanal Café de Meia (da Pratatah), em Marília/SP. Inclusive, será a estreia do Espaço Literário no evento. A partir das 16 horas, no espaço cultural Cão Pererê (Av. da Saudade, 99), entrada franca.

nesta terça o Café de Meia terá também:

– Continuação da oficina de Carimbos, com Letícia Flovieria (traga sua camiseta para estampar);

– Bazar PratatahCafé Tipo Colonial – Torrefazione Bonini Pardo; CDs com gravações das playlists do Café de Meia; bolsas, camisetas e acessórios CriArte, por Junior Obata e Yasmin Alves; bolsas Jezebel, por Thaís Lopes; camisetas estampadas por Lídia Bardaonil; Revistas Café Espacial; além do Brechó Pratatah;

– café com comidas veganas e vegetarianas;

–  e às 19 horas: ”Panos da Despedida” – Cia Express@ – ”Já não se trata mais de lembrar! Agora, é não esquecer. Numa plataforma de espera as palavras não ditas valem pelo esforço da memória em encontrar um caminho de regresso e tentativas”. Duração: 20 minutos. Bilheteria: PAGUE QUANTO PUDER.

Realização: Coletiva Pratatah. Apoio: Café Tipo Colonial – Torrefazione Bonini Pardo, Revista Café Espacial, Cão Pererê.

Fonte: Café Espacial-  http://cafeespacial.wordpress.com/

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Lançamento em Marília

A nona edição da revista Café Espacial traz as HQs:

Bukowski, por Liber Paz
o passageiro, por Susa Monteiro (Portugal)
criação e técnica da prosa moderna, por Loris Ziggiotto (Argentina)
porque é este o meu ofício, por Paulo Monteiro (Portugal)
E também:
café literário: os nossos, por Jana Lauxen
café literário: desbotado, por Sergio Chaves
além do cinema: Irmãos Marx, por Lídia Basoli
arte revelada: minha janela redonda, por Sissy Eiko (e Elisa Andrade Buzzo)
à deriva (poemas visuais), por João Nicodemos,
literando: Ernesto Sabato (por Lielson Zeni) e Machado de Assis (por Vanessa Rodrigues)
caféina pura: entrevista a banda potiguar Camarones Orquestra Guitarrística, por Sergio Chaves e Lídia Basoli.
A capa é do artista Lese Pierre (o mesmo da edição 01).

Descrição: 60 páginas, formato 14×21cm, capa colorida e miolo em preto e branco em papel reciclado.
Valor: R$ 6,00 + R$ 2,00 para despesas postais.

Como ou onde comprar? Clique aqui.

Fonte: Associação Café Espacial – http://cafeespacial.wordpress.com/

Engajamento com a questão ambiental leva funcionários do HSBC/Marília às nuvens

Cássia  Tosin, gerente de relacionamentos de agência do HSBC em Marília (SP), e João Bueno de Deus, da área de seguros, em Curitiba (PR), foram os vencedores do concurso de depoimentos “Eu sou mais o meio ambiente”, promovido pelo WWF-Brasil durante o mês de junho de 2008, em parceria com o Instituto HSBC de Solidariedade e o Grupo HSBC Brasil. 

Esta foi uma das ações internas, conduzidas entre os 28.000 colaboradores do Banco no país, para envolvê-los em atividades voltadas à conscientização e sensibilização sobre temas ambientais.  Estas atividades fazem parte do planejamento do HSBC Climate Partnership, um programa mundial do Banco para a proteção ambiental e combate às mudanças climáticas.

Engajamento – Cássia e João Bueno foram premiados com um vôo no Balão Panda, do WWF-Brasil, na região de Boituva, em São Paulo, realizado no dia 19. O vôo sobre uma região agrícola durou 50 minutos.

Ambos são exemplos de funcionários do HSBC engajados na defesa do meio ambiente, seja em suas casas, seja no ambiente de trabalho.  Cássia, por exemplo, formada em Administração com pós-graduação em Gestão Empresarial, liderou um programa de gincana ambiental em sua agência, e implantou a coleta seletiva de lixo no ambiente de trabalho. “Os colegas trazem o lixo já separado de casa e nós damos um destino a ele”, explica, acrescentando que sua família, “muito grande”, também já aderiu à coleta seletiva.

Cássia e João, exemplos de consciência ambiental do HSBC.

Cássia e João, exemplos de consciência ambiental do HSBC.

A administradora conta que, ao iniciar sua contribuição para a consciência ambiental no HSBC ficou um pouco assustada.  “Aplicamos um questionário sobre a questão das mudanças climáticas e percebemos que 90% tinham ouvido falar mas não tinham a menor idéia do que se tratava”, conta ela.  Hoje, ela avalia que os colegas de agência estão muito bem informados a respeito.  Cássia espera continuar o trabalho com a reciclagem e pretende engajar-se em algum movimento comunitário pelo meio ambiente em seu município.

O também administrador João Almir Bueno de Deus, de 37 anos, tem em sua própria rua o foco de suas ações em prol do meio ambiente.  Curitiba não tem serviço de coleta seletiva de lixo, mas a prefeitura incentiva a coleta oferecendo mudas de flores a quem entregar o lixo selecionado.

João Almir pensou, então, que poderia incentivar os moradores a separar o lixo e ele mesmo o leva à prefeitura, todas as quintas-feiras. “Eu entrego o lixo, concentrado em minha casa, e trago para a rua as mudas de flores, que ajudo, também, a plantar na casa dos moradores e na minha igreja, que também participa do esforço”, resume.

Cássia Cosin: conscientização e coleta seletiva na agência do HSBC em Marília, SP.

Cássia Cosin: conscientização e coleta seletiva na agência do HSBC em Marília, SP.

A exemplo de Cássia, João Almir já pensa em participar de movimentos em defesa do meio ambiente.  “Até agora, trata-se de uma iniciativa individual, minha.  Agora, eu quero partir para uma experiência coletiva, para me envolver um pouco mais com o tema.  Acho que, mais que falar, temos que por a mão na massa”, disse.

Antes do sobrevôo, ambos tiveram a oportunidade de conhecer melhor os programas conduzidos pelo WWF-Brasil com vistas a harmonizar o desenvolvimento econômico com a proteção aos ecossistemas.  Além disto, os vencedores tiveram a oportunidade de submeter-se ao teste da Pegada Ecológica, um instrumento disponibilizado pela ONG para que as pessoas tenham noção das marcas que seu estilo de vida deixa sobre o Planeta (www.wwf.org.br/pegadaecologica).

 

Fonte: WWF Brasil – www.wwf.org.br
O Projeto Escola de Sacis apoia essa ideia!